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Os veículos com dez anos ou mais estão em alta entre os consumidores. Segundo a Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – a comercialização é de um carro zero quilômetro para quase cinco usados. No Rio Grande do Sul, os veículos com mais de 30 anos representam 21,3%* da frota estadual e em São Paulo 47%** dos automóveis registrados têm entre 10 e 29 anos. Neste cenário, é importante destacar a disponibilidade de peças de reposição, caso contrário, consertos e manutenções ficam inviáveis, limitando a vida útil dos veículos.

A Anfape – Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças – destaca que a atuação das fabricantes independentes de autopeças é fundamental para a preservação do automóvel, pois as peças de reposição produzidas por elas minimizam os problemas de desabastecimento, já que muitas montadoras limitam a produção de peças para carros fora de linha e em alguns casos até deixam de produzi-las

Roberto Monteiro, diretor executivo da Anfape, afirma que, quanto mais antigo é o veículo, maior é a participação do mercado independente no fornecimento das peças para reposição. “Um estudo empírico comprova que nos carros com 5 a 10 anos de uso a participação é de 30%, de 10 a 15 anos o índice sobe para 50%, de 15 a 20 anos o valor chega a 85% e acima de 20 anos dispara para 95%”.

As peças similares são produzidas por empresas idôneas, com marca própria e garantia, que oferecem um custo-benefício vantajoso para o consumidor, pois chegam a custar 50% menos do que as peças originais. Seja na manutenção preventiva ou no conserto, utilizar peças de qualidade valoriza o automóvel, contribuindo para o bom funcionamento e reduzindo os riscos de acidentes.

* Segundo levantamento feito pelo Detran/RS em 2018
** Informações do Detran/SP referentes a 2018

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