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O cientista iraquiano Suleiman al-Afari admitiu que, após o Estado Islâmico tomar o controle da cidade de Mossul, em 2014, foi contratado pelo grupo terrorista para trabalhar no desenvolvimento de gás mostarda, como parte do esforço ambicioso do EI de criar armas e sistemas de defesa e aterrorizar seus rivais.

Afari, de 52 anos, que está preso e foi condenado à morte, é um dos poucos participantes do programa de armas químicas do grupo terrorista que foi capturado vivo. (Com agências)

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