Dono de Pit Bull que foi queimado vivo conversou com a reportagem do Rápido no Ar

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Em uma entrevista exclusiva ao jornalista Lucas Claro, o proprietário do cão da raça Pit Bull que foi queimado vivo na última sexta-feira (19), contou que não imaginava que o animal estivesse vivo. Ele ainda alegou que ateou fogo no cachorro para evitar o cheiro de carniça onde o cão foi jogado. Assista:

Após um trabalho de investigação da Polícia Civil, o jovem, de 27 anos, foi identificado. Ele foi conduzido à Delegacia Seccional no final da manhã onde prestou depoimento e vai responder em liberdade pelo crime de maus tratos.

O delegado de cuida do caso afirmou que a lei de maus tratos que é de 1998 é branda e prevê apenas detenção nesses casos. O responsável pelo cão também será multado.

O CASO

Foto: Alpa

O cachorro foi enrolado em um cobertor e queimado na última sexta-feira (16). Um vizinho do local, ouviu os gritos do animal e saiu correndo para socorrer. O cão foi resgatado pela ALPA.

O animal foi levado em estado grave para um hospital veterinário onde recebeu todos os cuidados possíveis, mas infelizmente não resistiu e faleceu.

Cassiana Fagoti, presidente da Alpa, relatou que Titan estava com ferimentos nas costas, rosto e nas patas. Quando os protetores chegaram ao local, encontraram o animal gritando muito de dor. Na manhã deste domingo, infelizmente, ele teve uma parada cardíaca e não resistiu.

Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento em que um homem ateou fogo no cachorro da raça Pit Bull. O crime aconteceu na última sexta-feira (19) no Jardim Graminha, em Limeira (SP).

Nas imagens divulgadas pela Polícia Civil, é possível ver o carro, um Volkswagen Apolo, na cena do crime. Esse veículo seria o mesmo em que ele foi detido nesta segunda-feira (19), quando levava sua filha para a escola.

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