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A ideia dos criadores é oferecer mais segurança e socorro imediato para motociclistas envolvidos em acidentes. Antes de desenvolver o produto, os alunos Glebson Francisco e Kleython Rodrigues fizeram uma pesquisa com socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para identificar os problemas encontrados pelo serviço no atendimento de feridos em acidentes.

O desenvolvimento do Capacete IOT teve como foco ampliar o índice de socorro na chamada Hora de Ouro, período logo após os acidentes em que se concentram as maiores chances de cura para casos críticos, uma vez que a demora em contatar o serviço de emergência e em localizar as vítimas aumenta a fatalidade dos acidentes.

Inovação
O diferencial do capacete é a junção de mecanismos que permitem o monitoramento dos movimentos do piloto da moto. O equipamento possui giroscópio, acelerômetro, GPS, sensores e comunicação com a rede de celulares.

“O capacete concentra um sistema de software e hardware capaz de adquirir informações em tempo real acerca do condutor, de modo a detectar situações fora do padrão”, explica o professor Eliandro Rezende da Silva, um dos orientadores do projeto. “Os sensores presentes na peça detectam desaceleração abrupta e rotação do capacete, ligando um sistema de alerta.”

Ao constatar um acidente, o mecanismo dispara um alarme sonoro. Para evitar que serviços de socorro sejam acionados sem necessidade, o usuário tem 30 segundos, a partir do alarme, para pressionar o botão “estou bem” e cancelar a comunicação de emergência.

Os criadores do Capacete IOT estão em fase de pedido de registro de patente, para então buscarem parcerias com fábricas e lojas da região de Campinas e expandir o negócio.

Confira o vídeo elaborado pelos alunos que explica o funcionamento da peça.

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