Programa “Coluna Ativa” oferece tratamento para pessoas com dores crônicas em Santa Bárbara

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Tratamento para as dores em um ambiente acolhedor. Em Santa Bárbara d’Oeste, as pessoas com problemas relacionados às dores na coluna contam com uma opção de atendimento especializado. Promovido pela Prefeitura, o Programa “Coluna Ativa” ocorre todas as quartas-feiras, intercalando atividades práticas e teóricas em espaços públicos.

“Desde que eu fui diagnosticada com trombose, há mais de 10 anos, e devido ao aparecimento de outros problemas de saúde decorrentes da idade, passei a sofrer com dores em diversas partes do corpo, inclusive na coluna. Recentemente, fui encaminhada para o Programa Coluna Ativa, onde obtive melhora considerável no desconforto que sentia. Atualmente não sofro como antes, aprendi a conviver com as dores, que diminuíram bastante e seguindo o que aprendi com os profissionais, hoje me permito ter uma melhor qualidade de vida”, relatou a aposentada Domingas Etelvina de Souza, 73 anos – que já participou em um dos grupos.

Integrante do grupo atual, a dona de casa Maria de Lourdes Cerezer Oliveira, 71 anos, vinha sofrendo há cinco anos com artrose, dores lombares e no joelho antes de ingressar no Programa. “São vários os fatores que posso destacar no grupo, desde os alongamentos e exercícios que somos estimulados a realizar, ao apoio terapêutico e psicológico, que nos permite diminuir gradativamente o uso de medicamentos”, comentou. “Mas é fundamental que as orientações passadas pelos profissionais não sejam seguidas apenas durante os encontros, devemos trazê-las para o nosso dia a dia, pois só dessa maneira as dores poderão ser controladas”, completou.

O objetivo do Coluna Ativa é despertar a atenção para os cuidados com a postura correta da coluna e aperfeiçoar a assistência nas áreas da ortopedia, neurocirurgia, dor crônica e fisioterapia junto aos pacientes. O grupo tem coordenação da ortopedista Bárbara de Oliveira Manoel Salvi, sendo conduzido por equipe multidisciplinar que conta com profissionais de ortopedia, nutrição, psicologia, fisioterapia e auriculoterapia.

As atividades são monitoradas pelo NES (Núcleo de Educação em Saúde) e Atenção Especializada. Cada grupo geralmente é composto por 10 a 15 participantes, o que corresponde a aproximadamente 40 pessoas atendidas em média por ano. Para participar das atividades é necessário que os usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) procurem o médico da UBS (Unidade Básica de Saúde) mais próxima da residência.

Caso seja verificada a necessidade de uma investigação mais aprofundada do caso, o paciente é encaminhado para consulta com um médico especialista. Como o grupo é voltado a um público específico, um ortopedista determina quem precisa do tratamento de alto cuidado.

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